Geranium

Inquietude em ti me encontro
Teu silêncio inteiramente me consome
O escuro do fechar os olhos apavora
Um ser que até aqui só chora
Vento que trás o refresco da memória
Som suave de folhas me acolhe
Luz fraca, raio do sol
Esconde em teu jazido uma flor
Cante, pássaro acolhedor
Teu pranto, ó nuvem, me refresca
E a calma em meu peito se instala
Hoje extinta é a humanidade
Eu apenas vivo para te adorar
Deus que criou cada folha desta árvore
Mostre a vida àquela pouca humanidade
É possível que haja sensibilidade
Abra os umbrais da morada eterna
Pois hoje vejo uma nuvem de alegria
Ó mãe natureza, guie meus passos na certeza
Quero teu ar nos meus pulmões
Andar segurando tuas mãos.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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