Não consta o nome do teu poema

Vazio do fruto que se perde no ganhar
Sem surpresas, vem me amar
Um dia o teu se foi e ninguém quis continuar
Teus afagos vão nadar, nadar, nadar
Na sexta se esquece que na primeira se perdia
Se perdem nas encostas da avenida
Não perca, não esqueça, apenas diga
Que ir é melhor do que ficar
É culpa da mudança que se faz
Diga que queres enfim ter paz
E se quiseres esconder, finja
Que todo o quereres se acabou
E que o teu adeus nem comoveu
Um dia a vida vai sem que se possa esperar
Tuas palavras não condizem
E tua vida se despe dos azes
E enfim se vão os males.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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