Redenção

Se foi a luz do sol

Surgiu as pegadas mascaradas

Passos curtos e cuidadosos

A luva na mão direita pingava

Sangue gotejava

Havia redenção.

Os olhos eram as portas do crisol

Armaduras estreladas

Golpes e ataques maldosos

Gritos abafados se escutava

Enquanto se afastava

Perdia-se a renovação.

Perguntas que agem como girassol

Cascalham-se as damas disfarçadas

Despedidas e sofrimentos custosos

A vida sossegava

Nada mais alí estava

Amadureceu e eternizou

Liberdade na ressurreição

Do obscuro

E do não dito.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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