Redenção

Se foi a luz do sol

Surgiu as pegadas mascaradas

Passos curtos e cuidadosos

A luva na mão direita pingava

Sangue gotejava

Havia redenção.

Os olhos eram as portas do crisol

Armaduras estreladas

Golpes e ataques maldosos

Gritos abafados se escutava

Enquanto se afastava

Perdia-se a renovação.

Perguntas que agem como girassol

Cascalham-se as damas disfarçadas

Despedidas e sofrimentos custosos

A vida sossegava

Nada mais alí estava

Amadureceu e eternizou

Liberdade na ressurreição

Do obscuro

E do não dito.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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