Sol da manhã

Antes que o sol nascesse, eu já vivia
Antes que a luz brilhasse, eu já via
Os caminhos que tantos percorriam, eu já previa
Os espaços que me conduziam já me prendiam.

Escolhi a dificuldade de viver da arte, pois

Sem essa beleza não há amor!
A vista da minha janela, avista uma rua
Para mim, toda nua, toda nua.
Que haja a vida, em forma de canção
Que haja amor, presos pelas mãos
Que fixem as horas, tantas horas perdidas
Que comuniquem-se com o sol da manhã.
Não há nada além de vista, paisagens que dormem
Junto com mais tantos outros…
Que perseguem quem quer viver
De amor pelo que se vê fora da janela.
O sol da manhã irradia ardor
É uma alegria que conduz toda a depressão
Que se esvai ralo a dentro
Porque a janela, neste momento, molda a visão
Da liberdade em forma de raios de sóis da manhã.
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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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