Giz

Queria nadar no mar dos teus olhos
Pescar as estrelas cadentes
Ter a paciência para amar em silêncio
Regar as mudas de tanto sentimento
Bastaria esperar o sol se pôr
E dançar ao canto dos pássaros
Ninar com cafuné o amor
E contar carneirinhos
Queria eu poder esquecer
Que há mais distância entre nós
Que entre a terra e a lua,
Mas é irrelevante, pois
Há mais amor aqui
Do que eu teria de amor.
É só lembrar que depois da chuva
O céu se colore com o arco íris
E tudo foi apagado
Por ter sido escrito com giz.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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