O doce da espera, recompensa eterna

Depois de dois anos de espera ele vinha com um sorriso no rosto. Seus cabelos eram tão dourados quanto eu lembrava e seus olhos tão verdes quanto as águas do mais lindo oceano. Pegou suas bagagens e veio com aquela cara de bobo apaixonado.
– Enfim posso dizer que somos noivos!
Não contive o riso. Tanto tempo ouvindo ele dizer que casariamos e o tempo passou tão rápido que nem vi. Era enfim o dia de sair de casa… famílias chegando de vários lugares só para comemorarem nosso sim. Foi uma cerimônia tão bonita que eu não acreditei. Tantos amigos com olhos de piscina, tantos familiares emocionados também. De fato as coisas correram para nós e estávamos felizes. Porque no fim de tanta espera ainda éramos os amantes que se prometeram um ao outro, os pombinhos de cinco anos atrás. Tantas coisas aconteceram para que tudo acabasse, mas fomos firmes ao sentimento. Não eram os quinze mil quilômetros que iriam nos fazer desistir.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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