Desencontros

Desencontros que nos fazem perceber o que é vida me deixam desiludida facilmente. Escrevo por procurar justificativas que não consigo encontrar e fico como quem acabou de perder um ente querido. Me assumo culpada, acredito nas estrelas cadentes e nos sóis nascentes como uma criança que crê em Noel. Me arrependo, me deixo ir, me perco e me esqueço de ser o que deveria. Sua companhia é a melhor comparada a tantas outras que já tive, mas me pergunto se hoje seria o melhor. Provoco, irrito, faço feridas… Mas o coração aquece, o sorriso alegra e a paixão ensurdece. Pouco consigo, mas muito posso. Se tiver tua mão na minha e teu ombro para deitar. Porque quem tem amor tem tudo.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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