Ser vivente, esperança

Um gafanhoto de cor verde
Hábitos noturnos
A esconde nos jardins
Nas noites quentes
Rodopiando sobre luzes dos postes
Se cantam no silêncio da noite
Trazem consigo o sentimento
De quem vê como possível
Realizar os sonhos
Vontades, fé, caridade
E quando o frio cala
Vem o desânimo
O tédio
O arreio
As gotas tristes da lua
A dor da despedida
Saudades do calor
Da vida
Da esperança
Um animal livre
Um contente ser.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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