Ser vivente, esperança

Um gafanhoto de cor verde
Hábitos noturnos
A esconde nos jardins
Nas noites quentes
Rodopiando sobre luzes dos postes
Se cantam no silêncio da noite
Trazem consigo o sentimento
De quem vê como possível
Realizar os sonhos
Vontades, fé, caridade
E quando o frio cala
Vem o desânimo
O tédio
O arreio
As gotas tristes da lua
A dor da despedida
Saudades do calor
Da vida
Da esperança
Um animal livre
Um contente ser.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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