Sal da manhã

Pontes
Entre colinas verdejantes
Milagres
Alma se esconde
Trechos
De caminhos longos
Pazes
Tragos
Nuancias
Amores
Quilômetros de ti
Ele me é
Que ventos levem
Devolvam
Esperem
Suponham
Espalhem essa dor
Se for, retorne
Pois alegre estou
Nem tão feliz
Nem calado
Ferve o silêncio
De lábios fechados
Selado
Sal da manhã
Golpes de faca
De pontadas em meu coração
Olhos semi cerrados
Desconfiança
Se exprimem os errados
Que retornam a vida.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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