Sal da manhã

Pontes
Entre colinas verdejantes
Milagres
Alma se esconde
Trechos
De caminhos longos
Pazes
Tragos
Nuancias
Amores
Quilômetros de ti
Ele me é
Que ventos levem
Devolvam
Esperem
Suponham
Espalhem essa dor
Se for, retorne
Pois alegre estou
Nem tão feliz
Nem calado
Ferve o silêncio
De lábios fechados
Selado
Sal da manhã
Golpes de faca
De pontadas em meu coração
Olhos semi cerrados
Desconfiança
Se exprimem os errados
Que retornam a vida.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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