Diário de bordo, Belém, PA

Querido diário de bordo,
Depois da perda dos meus avós paternos (diga-se de passagem: eles foram os melhores avós do mundo!) que não visito a terra calorenta que é essa Belém, Pará.
Cheguei no último sábado, 31, às 12h40. E é incrível como o clima é diferente! Mas também me surpreendi muito com as mudanças de quatro anos atrás. Belém também é 40ºC, ou quase… morei aqui alguns anos, mas não gostava tanto. Crianças nunca entendem nada! Essa cidade tem uma vida noturna realmente muito boa! Menos o fato de que a moda da cidade tem sido as “sertanejadas” … como vivo em Brasília, sertanejo é tão comum que não gosto. Tocam em todos os cantos da cidade e em cerca de 80% das casas de festas sempre o sertanejo universitário, com isso aprendi a dançar mesmo sem gostar de ouvir.
Chegando em Belém, o clima húmido fez o cabelo subir e virar farofa… chegando a casa da tia Teresa (com aquela mesa farta de almoço) só me lembro de jogar as malas no chão e sentar na mesa.
O que me esperava? Camarões, açaí, muuuuuuuita farinha d’água, peixe frito, aquele super feijão feito na hora e de quebra sorvete (de açaí, claro!). Era de se esperar que o calor me fizesse querer beber muita água, mas depois de comer tanto a água não faz tão bem. Resultado: fiquei “empachada”. Quem come o que quer passa mal de barriga cheia! Prometo fazer um post com todos os lugares que revisitei e lugares que conheci. A cidade é muito mais bonita do que me lembrava, mas tem uma realidade muito diferente de onde moro. Para terem uma ideia… cidade suja e com mal cheiro.
Mas a arquitetura lusitana fundindo com a arquitetura urbana do século XXI se misturando as tantas árvores continuam a me encantar.
Belém, terra do tucupi! Do açaí! Da boa comida e boa gente! Todos deveriam conhecer esse paraíso!

Até maixxxxx…

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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