Prevaleço

a você o meu eros
o meu filos
ao infinito
alimentando a carne
dessa sede
possessiva
com a boca
as mãos
e o peito, aberto
a você o sol
dos meus olhos
que clareiam a escuridão
dos pensamentos
impuros
por você o desejo
toda uma encenação
do corpo faço teu palco
e nos teus olhos
fecho contrato
pertencer a ti
eu pertenço
e prevaleço na loucura
de não me ter
por me entregar
completamente a você

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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