Anacrônico

Silencie o teu grito
Deixe o nada ecoar
Há necessidade
Persuada teus opostos
Recrie teus passos
Remonte teus arcos
Despiste a agonia
Diga adeus às calunias
Ignore os nãos
Mas prossiga circunscrito
Permita-se revigorar
Sinta a acuidade
Dos sons compostos
E seus amores escassos
Regresse a sinfonia
A teus pés, ó ironias
Agarre as minhas mãos
E liberte-se da escuridão
Que é viver.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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