Anacrônico

Silencie o teu grito
Deixe o nada ecoar
Há necessidade
Persuada teus opostos
Recrie teus passos
Remonte teus arcos
Despiste a agonia
Diga adeus às calunias
Ignore os nãos
Mas prossiga circunscrito
Permita-se revigorar
Sinta a acuidade
Dos sons compostos
E seus amores escassos
Regresse a sinfonia
A teus pés, ó ironias
Agarre as minhas mãos
E liberte-se da escuridão
Que é viver.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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