Precisamos falar de amor

Ainda é incontável a quantidade de discursos de ódio dispersos pelas redes sociais e, muitas vezes, em comentários cruéis, em rodinhas de amigos e por isso uma necessidade de falar de amor se torna obrigatória para nós do diário.

AMOR

(ô) s.m.(o)
1- Afeição profunda a outrem, a ponto de estabelecer um vínculo afetivo intenso, capaz de doações próprias, até o sacrifício.
2. Dedicação extrema e carinhosa.
3. Sentimento profundo e calorosode atração que um sexo experimenta pelo outro.
4. Apego.
5. Carinho; ternura.
6. Cuidado; zêlo.
7. Fig. Pessoa amada, ser amado. s.m.pl.(os)
8. Relações amorosas; namoro

(fonte: Dicionário Informal)

Se para cada comentário maldoso feito no universo online ou até mesmo fora dele o governo aumentasse 0,1% de juros e imposto sobre tudo o que consumimos o tamanho do nosso sofrimento seria astronômico! E aposto que se isso realmente acontecesse a miséria seria muito maior que em qualquer país que você possa lembrar.

O ponto do nosso argumento é: por que tanto ódio e rancor na rede?

Autoafirmação? Vingança por bullying sofrido? Dependência mental de criticar alguém? Vício? Sinceridade?

O fato é que nada pode explicar esse distúrbio tão exacerbado da nossa geração.

Mas quando ele começou? Como cresceu?

Acreditamos que com a proliferação da internet e o crescimento do tempo em que passamos nas redes sociais todo esse desejo de se comunicar extrapola, por muitas vezes, a moral de cada indivíduo que se acha imune a qualquer sofrimento por se esconder atrás do celular ou do computador.

Analisando o estouro das redes sociais o início dessa onda louca de sinceridade começou em meados de 2010, quando o Facebook se tornou a rede social mais adepta dos brasileiros e todos trocaram a plataforma do extinto Orkut onde a interação parecia ser bem menor.

De 2010 para cá a quantidade de redes sociais só cresceu. E são tantos que fica difícil de enumerar. Juntamente com o crescimento destas veio o estouro do portal YouTube que se mantem até hoje como o melhor portal para vídeos.

Com o tempo cada vez mais redessredes sociais surgem, e junto com elas as máscaras da boa defesa se instalam entre nós.

É como se qualquer opinião devesse ser aceita por fazer parte da liberdade de cada um, todos somos obrigados a engolir argumentos contrários aos nossos e, muitas vezes, calar nossas divergências porque todas elas são encaixadas no preconceito de toda e qualquer forma.

Falta amor na escolha das palavras, falta amor na compreensão da opinião de outra pessoa, falta amor na forma de responder alguém. É tão nítido o desejo de ferir outro nas respostas feitas no mundo online.

Eu quero lançar um desafio a você. Nesse resto de dia eu te desafio a sorrir e a cumprimentar todas as pessoas que vir. Não fará comentários que deixe argumentos soltos. Deixará amor em tudo o que tocar.

Se no fim do dia sentir-se bem consigo, prossiga no desafio por uma semana e depois me conte como se sente. Farei o mesmo.

As vezes precisamos praticar o amor para que se inspirem e isso propague.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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