Abre a porta da tua casa, estou chegando… amor!

Abre a porta da tua casa, estou chegando… amor!

Estou há passos de provar teu toque, vem, me chame, que meu corpo vai te encontrar. Quero ver-te tão puro, tão cru, tão nu que desnudo de si mesmo te encontrarei. Tua alma.

Calmaria.

A cada acorde é uma nova nota escrita nesta nossa canção.

Corre! Que meu corpo está gritando, te desejando, te precisando.

Não, eu não estou bem!

Tua falta é como a dor. Fere e sangra, mas nunca cicatriza. Dei voltas no mundo até encontrar-te.

Agora, pouso em tua porta, este umbral que me acelera os nervos. Alimenta meus medos.

Três toques, compassados, três notas repetidas, três palavras não ditas, três vezes pensei em como seria…

Agora tão perto e tão longe.

Minha mente percebeu o que meu coração custou a notar: falta você aqui.

Falta o prazer que tua risada, meio rouca, me dá.

Me falta a paz que teus olhos, tão grandes como a lua nesta noite, me dão.

Falta o toque dos teus dedos, teus lábios, teu hálito, que tanto me arrepiam a pele.

Abre teu coração e me deixe entrar, clamo tua permissão. Acalme-me… aceite-me.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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