Distância

Que horas são as nossas
Se a igualdade de tempo é o que marca

As cenas azuis dessa noite

Que confirma o não saber?

Esperar a certeza cair com o clima

E quente ser a bebida

Aquecendo a incerteza do ser

Sem explicar o porque

De tanto tempo levar para se ver

Que tudo é razão

Mesmo o medo de sofrer

Sem saber o que se encontrará

Mas sem perder a vontade de viver.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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