Distância

Que horas são as nossas
Se a igualdade de tempo é o que marca

As cenas azuis dessa noite

Que confirma o não saber?

Esperar a certeza cair com o clima

E quente ser a bebida

Aquecendo a incerteza do ser

Sem explicar o porque

De tanto tempo levar para se ver

Que tudo é razão

Mesmo o medo de sofrer

Sem saber o que se encontrará

Mas sem perder a vontade de viver.

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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