luz que lê a mente

luz que lê a mente
desnuda a pele
sedenta carne
cruza teus passos
liga teus pontos
nossos espasmos

beijando a paz
brindando o sossego
sentindo-se inteiro
permitindo-se conhecer

canta, João de Barro
canta, oh minh’alma
clame voz pesada
pele aclamada
lábios desejado

encha o peito do teu grito
exploda
exclame
entenda

que a paz chega
ao teu peito, oh amado
e preenchendo teu ser
o meu degusta amor

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Escrito por

♦ Brasiliense com sangue do Pará, amante de moda, culinária, cinema e música. Sonhava em ser bióloga marinha, mas vem se provando mais jornalista do que achava. Escreve menos do que sua mente produz, mas a memória deixa a desejar. Curiosa e repórter, então saiba que tudo o que disser poderá se tornar texto novo. E se a encontrar, prove seu abraço... dizem ser o melhor do mundo. ♦

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