luz que lê a mente

luz que lê a mente
desnuda a pele
sedenta carne
cruza teus passos
liga teus pontos
nossos espasmos

beijando a paz
brindando o sossego
sentindo-se inteiro
permitindo-se conhecer

canta, João de Barro
canta, oh minh’alma
clame voz pesada
pele aclamada
lábios desejado

encha o peito do teu grito
exploda
exclame
entenda

que a paz chega
ao teu peito, oh amado
e preenchendo teu ser
o meu degusta amor

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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