Ouvido

Em vindos vem ouvindo
E minha atenção escutava
Tuas palavras, todas vagas
A quem se nega um sim (?)
Que ventos cantariam no deserto
Se presos estão os grãos de areia
As portas se fecham para mim
Escuridão obscura e seus segredos
A quem eu devo o medo (?)
Se entre dois sons eu me perco
De onde vem a insegurança
Dos fracos tímpanos ou da semelhança
Que se fazem os homens
Ah! Lhe rogo orando calma
Minha esperança forma laços
Em teus braços já não sei
Se o que quero é ouvir
Ou se quero ser.

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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