olhos do Paul

teus olhos
olhar de vênus
que deseja
provoca
mas não fecunda

teu riso
som de solidão
cava no peito
desejo de nós
que cessa

embora
fora
casa
sem nó
nem nós

te guardo na memória
onde te escondo
por que tens que magoar?
por que não manter a paz?

saudades da tua voz
riso
mas passa
porque nada volta
a ser como antes

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Escrito por

Estudante de Jornalismo e brasiliense. Apaixonada por cinema, literatura, música, culinária e beleza. Com família paraense, das raízes indígenas, se criou em Brasília onde pode descobrir mais sobre o mundo e se apaixonou pela profissão que escolheu. Criou o Diário em 2014, quando decidiu manter vivas as poesias que mantinha em cadernos por anos.

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