não fique sufocada, grite!

Para pra pensar em como você enxerga as coisas ruins da vida e me diga como você reage a elas. Se não quiser me dizer, anote tudo em um papel qualquer. Escreva cada sentimento, cada palpitação do teu peito. Em cada nova lembrança (você pode fazer isso durante todo o dia de hoje) anote como você sente seu coração, mente e corpo reagirem.
Agora me diz por que sente isso?

Existe receio em algo que deixou tomar proporções exageradas? Você engoliu o choro quando precisava gritar? Tem sentimento ruim escondido aí no fundo do teu peito?

Eu te sugiro ir a um lugar afastado, pega o carro e dirija. Escute uma música que traga tudo isso de volta, sinta cada parte, cada detalhe dessas dores que te acompanham há anos. Pare no meio da estrada e grite; Grite com toda a força que teus pulmões permitirem. Grite até doer a garganta. Grite até que caiam lágrimas e elas sequem. Grite até esvaziar o peito. Chore se preciso for.

Depois de um tempo assim, volte para o carro. Coloque a música mais feliz que conseguir lembrar e cante. Cante enquanto sente toda a dor deixar teu corpo.

Nós não somos fortes o tempo todo, nem intocáveis a ponto de nunca sermos atingidos por qualquer nova situação. Também não estamos isentos de sofrer com algo igual ou pior que alguém a quem já falamos muito mal. A paz no coração deve ser frequente, deve ser limpa e sincera.

Em alguns momentos, gritar é a única solução para poder limpar o peito e a alma. Não deixe que nada te sufoque.

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